Demétrio Sena, Magé - RJ.
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terça-feira, 27 de outubro de 2026
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Com honra e mérito
sábado, 24 de outubro de 2026
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Quem sempre destruiu o Brasil?
Demétrio Sena - Magé
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Lombo e chicote
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Poesia para enfrentar o caos
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Perca o medo, a preguiça, e corra o risco de ler e repensar
Perca o medo, a preguiça, e corra o risco de ler e repensar
Demétrio Sena - Magé
Eu não quero que todo mundo se lasque porque já estou resolvido, já vivi o que tinha que viver e fiz o que me deu "na telha". Nem ligaria meu "que se dane", por despeito e vingança contra o mundo, se também estivesse "todo lascado". Meu voto no Lula para presidente segue o que penso e sinto: pelas minhas filhas, meus sobrinhos, os netos de meus irmãos, meus alunos... nossos herdeiros de um país que há poucas décadas era uma ditadura militar. Um país cujo governo fazia o que bem entendesse; cujo povo só tinha que obedecer e calar, sem direito a opinião, pensamento crítico, educação, cultura e direitos trabalhistas.
Na gestão passada, quase afundamos em uma nova ditadura. O governo atroz, repugnante, corrupto e truculento que antecedeu Lula preparou o terreno em seus quatro anos puro desmando, para um golpe que por bem pouco não deu certo. Se tivesse dado, estaríamos hoje como na ditadura militar. O pior de tudo é que ele contava - e ainda conta! - com um rebanho de fanáticos dispostos a sofrer qualquer chibata pelo mito agora preso, sua família e seu grupo. Esses eleitores do mal, que na verdade são bois castrados metidos a touros - e "touras" - brabos de uma elite à qual não pertencem, mas pensam que sim.Viram - e muitas vezes sofreram - todas as desgraças daquele governo, mas permaneceram fiéis; lunáticos; dominados por discursos nacionalistas, pregações, orientações e ordens religiosas sobre um prodigioso reino além como recompensa. Reino além para os pobres, mas um reino prodigioso, farto, aqui mesmo, para seus ícones políticos e líderes religiosos sedentos de poder.
Tenho vida modesta, poucos bens, poucos anos de vida pela frente, mas estou bem resolvido. Entretanto, quero deixar para esta geração e para gerações futuras, um país democrático; de todos. No qual o trabalhador não perca, e sim, ganhe cada vez mais direitos. Um país onde o mais pobre seja visto e tenha oportunidades, obtendo auxílio enquanto as oportunidades não chegam. País em que as mulheres tenham respeito e paridade; crianças e jovens humildes tenham acesso fácil à educação, à cultura de qualidade, ao trabalho compensador no salário e com cargas horárias perfeitamente humanas. Em que o idoso não seja menosprezado e o portador de deficiência seja incluído na sociedade como um todo, sem sofrer nenhuma forma de bullyng, sendo chamado, por exemplo, de "nove dedos".
Lula não é perfeito, é passível de atos falhos e de falas que podem ser distorcidas com facilidade... comete seus erros, mas é um presidente humano; preocupado com os menos favorecidos; os invisíveis sociais; com a pressa que a fome tem, de providências imediatas. É preocupado com a fomentação das artes, dos talentos escondidos e o respeito a todas as crenças, as não crenças, todos os gêneros e classes sociais e cidadãos de todas as idades. O melhor de tudo, é um governo que sabe trabalhar e fazer prodígios com um congresso inimigo não apenas dele, mas também inimigo do povo. Imagine o Lula reeleito, com um congresso do bem a seu favor; não apenas das elites.
Precisamos reeleger Lula, 13, presidente do Brasil. Precisamos eleger (e reeleger) deputados, senadores e governos estaduais da esquerda, para junto com Lula darem seguimento ao projeto revolucionário de um país de todos; para todos. Onde cada pessoa, por mais simples que seja, é um cidadão/cidadã com direito a vez, voz, opinião própria e pensamento crítico. Crítico; não destemperado e truculento; não atiçado por donos de seus pensamentos, sentimentos, passos, crenças, ideologias. Não custa nada repetir, para que você reflita livremente, sem pressão, no que acaba de ler. Lula 13.
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terça-feira, 29 de setembro de 2026
Um ensaio de humanidade
Um ensaio de humanidade
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Sobre cordeiro e predadores
Demétrio Sena - Magé
sábado, 26 de setembro de 2026
Mundos atípicos
Demétrio Sena - Magé
Confiar, no contexto insano do inusitado; respeitar, no sentido pleno do improvável; ter segurança, nos desvãos do escuro e da insegurança que aprendemos a ter por ter. Ou pela criação (compreensível) para termos medo do mundo. Ver no ser humano atípico (não me refiro a laudo), a possibilidade ampla de uma relação harmoniosa e sem "pé atrás"... onde normalmente não é "possível".
Pontualmente consigo idealizar essa possibilidade, ao perceber que alguém mora, dentro de si mesmo, em um mundo parecido com o meu. Alguém atípico, ou quase, como eu, na forma de olhar o mundo externo. De avaliar as pessoas muito além dos comportamentos formais e obrigatórios e das crenças, dos conceitos e hábitos alinhados por ensinamentos que se repetem "desde a fundação do mundo", como os únicos; porque são coletivos.
Já garimpei algumas pessoas atípicas como eu e tive laços dissociados do secular: inusitados, improváveis, incompreensíveis... inaceitáveis para os formatos estabelecidos ao redor. E muita gente "típica" me garimpou, entendeu e sentiu comigo a leveza do que sempre pesou nos conceitos estabelecidos por correntes; tradições; crenças; leis coletivas; hábitos esculpidos.
O mundo não tem que ser sempre o mesmo, para quem é capaz de manter o próprio mundo e dividi-lo com alguém. Ou até para quem não tenha esse mundo próprio, porém seja capaz de identificar e se inserir no mundo próprio de alguém. Há momentos que valem por todo o tempo restante, até que voltem a ser possíveis. Esses momentos nos ajudam mais do que terapias comuns.
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