Feche o zíper do riso arquitetado;
seu agrado é cilada previsível;
quase todos estão na mesma estampa
que propaga o batido amor cristão...
Passo ao largo da paz obrigatória,
minha história se traça livremente,
sei dos rumos da vã filantropia
com que a mão atrofia o ser humano...
Seja inteiro, espontâneo, visceral;
nunca raso, vazio, momentâneo,
nem cutâneo, levado pelo arroubo...
Nestas horas de surtos de vontade
guarde sua bondade natalina,
cuja naftalina me sufoca...
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