Perco tempo em teus braços me deixando alheio
às verdades que rondam minhas utopias,
ao sentido que a vida, faz tempo não faz
para quanto me rendo ao que sinto por ti...
Minha entrega esvazia os estoques internos,
quase nada me resta pra ser ou guardar
e viver do meu jeito sem tua influência;
vislumbrar numa linha o livro do horizonte...
Faço ponto em teu corpo e te sinto sem alma,
gasto minha emoção sem retorno afetivo,
ponho beijos no poço de tua frieza...
Sei do quanto me perco neste desperdício,
mas é vício que tenho do teu alcatrão
que requer sempre mais do que ponho a teus pés...
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