Ofereço-me à tua reconquista,
mas a isca terá que ter tempero;
não te quero com todos esses nadas
que fizeram meu êxodo afetivo...
Sou teu elo perdido neste sonho
duma nova emoção a se acender;
se quiseres rever o tempo inteiro,
saberás que te espero no passado...
Só que a busca terá que ser perfeita,
pois no fundo estarás me repescando
quando nem me curei do teu anzol...
Resta o sol requentado na manhã,
no crepom do infinito desbotado
para reconstruirmos seu azul...
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